Sites auxiliam alunos que ainda não tem o hábito de leitura

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo - 21/04/2018 |

O hábito da leitura carrega diversos benefícios. Aumenta o grau de cultura e ajuda na saúde mental do ser humano, por exemplo. A leitura é uma das formas mais eficazes de fortalecer o cérebro, e para os que não se dão bem com livros físicos existem diversos sites que disponibilizam textos online.

Além de aproveitar os ambientes das Salas de Leitura da rede estadual de ensino para aprimorar a prática de ler, os estudantes podem conferir a lista da Universia Brasil com algumas plataformas online gratuitas:

Literatura de Cordel: site disponibiliza mais de duas mil obras;

Obras de Machado de Assis: domínio público tem mais de 300 títulos do autor;

Livros e jornais: USP disponibiliza mais de 3 mil matérias da Biblioteca Brasiliana;

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Kroton fecha compra da Somos Educação por R$ 4,6 bilhões

G1 - 23/04/2018 |

A Kroton Educacional, líder no setor de educação superior privada no Brasil, fechou a compra do controle da Somos Educação, da Tarpon Gestora de Recursos, por R$ 4,6 bilhões, em sua segunda aquisição no segmento de educação básica em menos de um mês.

A Somos Educação, antiga "Abril Educação", se anuncia como "o maior grupo de educação básica do Brasil" com escolas próprias, cursos pré-vestibulares e idiomas, além de sistemas de ensino e livros. É dona das editoras Ática, Scipione e Saraiva, do Anglo, da escola de inglês Red Ballon, entre outros negócios.

A compra foi realizada por meio da holding Saber, subsidiária de educação básica da Kroton, enquanto a parte vendedora inclui fundos de investimentos geridos pela Tarpon, que detém atualmente 73,35% das ações da Somos.

Somos e Saber devem unir negócios

A Somos informou que, do total, R$ 4,166 bilhões serão pagos à vista na data de fechamento do negócio. O restante será mantido em conta vinculada para garantir pagamento de determinadas obrigações de indenização assumidas pelos vendedores.

O valor representa um prêmio de 66% em relação ao preço de fechamento das ações da Somos na sexta-feira (20), de R$ 14,30. Segundo dados da Economatica, a Somos estava avaliada na B3 em R$ 3,71 bilhões, segundo cotação de fechamento da última sexta-feira (20).

Segundo o presidente-executivo da Kroton, Rodrigo Galindo, a negociação com os controladores da Somos começou somente na sexta-feira (20).

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Projeto ‘Literatura Urbana’ arrecada livros para ação durante o 4º Clisertão em Petrolina

G1 - 19/04/2018 |

O projeto ‘Literatura Urbana’, de “esquecer” livros pela cidade, está arrecadando doações para a sua segunda ação, que acontecerá durante o 4º Congresso Internacional do Livro, Leitura e Literatura no Sertão, o Clisertão, entre os dias 07 e 11 de maio em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. As doações podem ser entregues no campus da Universidade de Pernambuco (UPE) até o dia 30 de abril.

Os livros doados podem ser de qualquer gênero literário, desde que estejam em bom estado de conservação e que não sejam livros didáticos ou de língua estrangeira. Todas as doações passarão por uma curadoria. Nos dias 08 e 09 de maio, os livros arrecadados serão “esquecidos” em espaços públicos e escolas municipais de Petrolina.

Criado pelas estudantes de Letras da UPE, Karla Gomes e Ludmilla Gurgel, o Literatura Urbana tem como principais objetivos facilitar o acesso ao livro e estimular a leitura. "Ir de encontro com essas pessoas é muito importante para a gente, já que nós sabemos que não é tão fácil ter acesso aos livros, principalmente se tratando de Petrolina, que não tem livraria e nem uma biblioteca adequada para atender à população", afirmou Ludmilla.

O Clisertão contará com uma programação intensa de mesas redondas, palestras, oficinas, minicursos, recitais, feira de livros, entre outras atividades. A proposta do evento é estimular a discussão sobre a democratização do acesso ao livro na região. E o Literatura Urbana vem para agregar ainda mais à temática central do congresso. “O Literatura Urbana é um dos destaques do Clisertão. As coordenadoras fazem um diferencial, vão até o espaço e fazem com que o livro chegue a essas pessoas de forma lúdica.Não é todo dia que se ‘esquece’ livro pelas praças e escolas”, ressaltou o coordenador do 4º Clisertão, Genivaldo Nascimento.a

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Jurista Joaquim Falcão é eleito imortal da Academia Brasileira de Letras

G1 - 19/04/2018 |

A Academia Brasileira de Letras elegeu nesta quinta-feira (19) o jurista Joaquim Falcão para cadeira que era ocupada pelo jornalista e escritor Carlos Heitor Cony.

A festa foi para celebrar uma honraria. Aos 74 anos, o jurista, educador e intelectual Joaquim Falcão é o novo ocupante da cadeira 3 da Academia Brasileira de Letras. Ele substitui o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, que morreu no dia 5 de janeiro.

Joaquim Falcão foi eleito por unanimidade na cerimônia tradicional da Academia Brasileira de Letras. Carioca, com fortes ligações com Pernambuco, o mais novo acadêmico é mestre em direito em Harvard, nos Estados Unidos, e fez doutorado em educação, em Genebra, na Suíça. O conhecimento e a formação de Joaquim Falcão foram importantes em muitos projetos dos quais participou.

“Nós estamos muito felizes porque Joaquim Falcão é um pensador do Brasil, é um homem que tem a responsabilidade com os desafios do presente, portanto, é uma força muito vigorosa para a cidade, para o Brasil e, naturalmente, para a Academia Brasileira de Letras”, disse o presidente da ABL, Marco Lucchesi.

Na década de 80, Joaquim Falcão foi convidado para dirigir a Fundação Roberto Marinho onde permaneceu até 2000. Na época, criou o pioneiro Globo Ecologia e o Futura, além do Telecurso 2000, que até hoje já permitiu que mais de sete milhões de brasileiros concluíssem sua educação básica.

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Projeto desenvolvido em Brasília incentiva os alunos a lerem mais

Ministério da Educação - 18/04/2018 |

Há cinco anos, o incentivo à leitura entre as crianças tem sido um dos pilares principais da Escola Classe 308 Sul, em Brasília. O projeto, que tem dois nomes – “Era uma vez” e “Sacola literária” –, consiste em emprestar um livro ao aluno, deixar que ele aproveite o conteúdo durante o final de semana e,  a partir dessa vivência, criar espaço para discutir, em sala de aula, o que foi lido nos dias anteriores. O trabalho incorpora a meta do Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado no país em 18 de abril.

A coordenadora pedagógica da escola, Luciara de Sá, conta que o projeto nasceu de reuniões com um grupo de professores que identificaram a carência de leitura dos alunos. “Hoje, vejo o quanto é gratificante, mas a nossa maior dificuldade foi fazer com que os pais incentivassem a leitura em casa”, diz. “Quando isso não acontecia, o aluno se sentia deslocado em sala ao perceber que somente ele não tinha entrado na brincadeira e não participaria do debate. ”

Atualmente, esse problema não existe. A biblioteca é um grande estímulo, oferecendo acervo com títulos consagrados, como Romeu e Julieta dos Quadrinhos, de Maurício de Sousa; e, da safra internacional, os livros da coleção Harry Potter, da escritora e roteirista britânica J. K. Rowling; Diário de um banana, de Jeff Kinney; e Diário de uma princesa, de Gary Marshall. O objetivo é fazer com que os alunos contem suas experiências e despertem a curiosidade uns dos outros. Assim, todos experimentam as histórias lidas pelos colegas.

“Eles precisam ler aquilo de que gostam, e ver o colega comentando é o principal incentivo”, explica Luciara. “Fico muito feliz, pois, além disso, vejo que eles cuidam muito bem de todos os exemplares. ”  Os volumes são acondicionados em sacolas que, inicialmente feitas de plástico e TNT, hoje são confeccionadas pelos próprios alunos e professores em algodão, material resistente e ecologicamente correto. “Conseguimos evoluir nisso também”, comemora a coordenadora.

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Como fazer uma boa mediação e formar novos leitores

Revista Educação - Juliana Fontoura - 16/04/2018 |

A formação de leitores representa um dos grandes desafios da educação brasileira. De acordo com pesquisa de 2016 do Instituto Pró-Livro, cerca de 44% da população do país não é considerada leitora – ou seja, não leu ao menos um livro, ainda que em partes, nos três meses anteriores ao levantamento. Além disso, a média de leitura por habitante ainda é baixa: são cerca de 5 livros por ano.

Reverter esse cenário e formar leitores certamente não é tarefa fácil, mas o professor tem um papel muito importante no processo de mudança. Especialmente na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, momento em que o hábito de leitura está sendo desenvolvido.

A pesquisa do Instituto Pró-Livro evidencia a força docente nessa fase: no Brasil, 18% das crianças de 5 a 10 anos apontam como fator principal para escolha de um livro a indicação do professor, atrás apenas da capa da obra, citada por 27% dos entrevistados.

Como o professor influencia a escolha de títulos, saber fazer boas indicações é fundamental para formar futuros leitores literários. Mas não só: é preciso estudar a obra, fazer leituras compartilhadas, explorar sua complexidade, propor discussões e dar voz aos alunos, para que eles sejam ativos nesse processo, conhecido como mediação de leitura.

Mas como fazer uma boa mediação? A revista Educação conversou com Patrícia Diaz, diretora da comunidade educativa Cedac e formadora de professores, sobre aspectos que podem ajudar o docente a desenvolver seu papel de mediador. Confira:

O que caracteriza uma boa mediação?

A mediação começa quando o mediador escolhe a obra e se prepara para ler. Nesse momento, os cuidados para a escolha do livro são essenciais e o seu estudo para o maior conhecimento possível de todas as suas facetas, também. Assim, no momento da mediação, o mediador poderá atuar com propriedade sobre a obra e conectar-se ao público.

O ideal é que se leia “com” o outro e não “para” o outro, ou seja, a boa mediação é a que encanta e envolve o público como participante ativo daquela leitura, sem que haja uma imposição da forma ou da interpretação da leitura pelo mediador. A mediação também não acaba quando acaba a leitura do livro, ela vai além. Uma boa mediação envolve uma boa conversa sobre o livro lido, que vá para além do óbvio, do “literal” do texto, que estimule os participantes a falarem o que sentiram, o que pensaram, que chame a atenção para pontos fortes do livro, que visite novamente algumas páginas, releia trechos etc.

A partir de qual idade pode ser iniciada a mediação de leitura na escola?

Desde bebês. Existe uma ideia de que os bebês não entendem ou que vão estragar os livros, mas essas são questões que precisam ser trabalhadas na formação dos educadores para que consigam enxergar a potência das crianças desde pequeninas, já que nessa fase elas estão tendo o maior pico de crescimento cognitivo e têm muita curiosidade e interesse de descobrir o mundo, investigá-lo e apropriar-se de tudo.

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Joaquim Falcão e filha de Guimarães Rosa disputam vaga na ABL

O Globo - 19/04/2018

A escritora Vilma Guimarães Rosa e o advogado Joaquim Falcão disputam hoje a cadeira nº 3 da Academia Brasileira de Letras. A eleição, que decide o sucessor de Carlos Heitor Cony, morto em janeiro, ocorre a partir das 16h, no Petit Trianon. Será eleito aquele que alcançar a maioria absoluta dos votos.

Filha de João Guimarães Rosa, Vilma é formada na Universidade da Sorbonne, de Paris. É autora dos livros de contos “Acontecências” (1967), “Por que não?”, que levou o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, de 1972, além de “Serendipity” (1974), “Carisma” (1978) e “Clique” (1981). Escreveu também o livro de memórias “Relembramentos: João Guimarães Rosa, meu pai (Memórias biográficas)” (1983).

Este último é um dos únicos trabalhos disponíveis sobre a vida do escritor, e chegou a ser premiado pela Academia Brasileira de Letras e pelo PEN Clube do Brasil no ano de lançamento. Em 2008, Vilma, de 86 anos, envolveu-se em uma polêmica ao acusar de plágio o advogado Alaor Barbosa, autor de uma biografia de Guimarães Rosa, “Sinfonia Minas Gerais”. A obra foi retirada do mercado e, após pendengas judiciais, voltou às livrarias em 2013. Em sua última entrevista, em 1966, Guimarães Rosa se desmanchou de elogios à filha na revista “O Cruzeiro”: “Vilminha tem boa fabulação. Seus contos são imaginosos e são reflexos de sua intensa atividade intelectual, desde criança.”

Doutor pela Universidade de Genebra e pela Harvard Law School, Falcão, de 74 anos, é professor titular da FGV Direito Rio (que dirigiu entre 2002 a 2017) e um dos maiores conhecedores do Supremo Tribunal Federal. Analista contundente da instituição, ele publicou, em 2017, o livro “O Supremo”, que esmiúça em 70 artigos as posições e decisões tomadas por seus ministros e presidentes. É autor também dos livros “A favor da democracia” (2004), “Mensalão: Diário de um julgamento” (2013) e “Reforma eleitoral no Brasil” (2015).

Membro do Conselho Nacional de Justiça entre 2005 a 2009, Falcão atua em temas como internet, reformas, separação dos poderes e globalização. Foi premiado com a Medalha Mário de Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 2017, e com a Ordem do Rio Branco, do governo federal, em 1998.

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7 personagens marcantes de Monteiro Lobato

Destak - 18/04/2018 |

Nascido em 18 de abril de 1882, na cidade de Taubaté, Monteiro Lobato é considerado um dos mais importantes autores da literatura brasileira. Formado em advocacia, ele sempre apresentou interesse nas áreas das letras, artes e fotografia, atuando como escritor, editor e fundador das companhias Editora Monteiro Lobato e da Companhia Editora Nacional. Apesar da maioria de seus trabalhos ser voltado para o público infantil, tendo grande destaque a famosa obra "Sítio do Pica Pau Amarelo", suas produções apresentavam um caráter bastante social e nacionalista, sendo utilizadas como um instrumento de luta contra o atraso cultural e a miséria do Brasil.

Em homenagem ao dia do aniversário de Monteiro Lobato, também conhecido como "Dia Nacional do Livro Infantil", relembre 7 personagens das obras do autor que deixaram sua marca tanto na literatura, quanto na infância de muitas pessoas:

Emília
A sapeca e tagarela boneca de pano foi feita por Tia Nastácia, e é a grande companheira e Narizinho. Sempre se metendo em aventuras e confusões, a espivitada Emília é uma das mais queridas criações de Monteiro Lobato.

Narizinho
A menina do nariz arrebitado é uma das principais protagonistas do "Sítio do Pica Pau Amarelo", onde vive com Dona Benta e Tia Nastácia. Além de adorar inventar histórias (ou reinações) e comer jabuticabas, ela passa o tempo fazendo brincadeiras e travessuras ao lado de Emília e seu primo Pedrinho.

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Exposição traz fotos da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa

Veja SP - Tatiane de Assis - 18/04/2018 |

O Museu da Língua Portuguesa, destruído por um incêndio em 2015, é o protagonista de uma exposição na estação da Luz, em cartaz de 3 de maio a 3 de novembro. Os cliques feitos pelos fotógrafos Tuca Reinés e Beto Guimarães mostram a restauração das fachadas e esquadrias, etapa concluída em dezembro de 2017.

A mostra faz parte de uma programação gratuita dedicada à celebração do Dia Internacional da Língua Portuguesa, em 5 de maio. Na lista de atividades, estão oficina de construção de maquetes, slam de poesia, show de rap indígena do Bro Mcs e projeções com o duo VJ Suave, formado por Ygor Marotta e Ceci Soloaga. Veja abaixo a programação completa:

DIA 3, QUINTA-FEIRA
10h – Oficina de construção e customização de maquetes
12h – Literatura – Narração de história
14h – Oficina: A palavra como imagem
17h – Poesia Falada – Zap!Slam – Zona Autônoma da Palavra
Artes Visuais – Projeções: Suaveciclo – VJ Suave
18h – O som das palavras – Show: Lenna Bahule e João Taubkin.

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De olho nas operações de e-commerce, Luft lança distribuidora de livros

Publishnews - 18/04/2018 |

Em 2016, a Luft, empresa que oferece soluções integradas nas áreas de logística, distribuição e armazenamento em segmentos como agricultura, saúde e varejo em geral, entrou de cabeça no mundo livro. Foi nesse ano, que a empresa que já fazia a operação logística da Amazon, comprou a Biblion e, com isso, passou a ter na sua cartela de clientes editoras como o Grupo Editorial Record, a Planeta e a Globo Livros. Com esse investimento, a Luft ganhava musculatura também na indústria do livro.

De lá para cá, esse segmento avançou dentro da estrutura organizacional da empresa e hoje, a Luft mantém uma área de armazenamento de 41 mil m², com capacidade para 50 mil posições pallets e possibilidade de movimentar quatro milhões de exemplares (entre recebidos e expedidos) por mês, atendendo a quase 30 editoras no seu Centro de Distribuição (CD) de Cajamar, na Grande São Paulo. Além das editoras já citadas, a Luft passou a atender casas como Mundo Cristão, SM, LeYa e Zahar.

Diante desse avanço, a empresa achou que era a hora de ir além da armazenagem, transporte e operação logística e acaba de lançar a Agrega, o braço de distribuição de livros. A distribuidora nasce com vocação para o atendimento das operações de e-commerce e já chega trazendo como diferencial a infraestrutura operacional e de transporte da Luft, além da tecnologia desenvolvida para esse tipo de operação e integração, via sistema da F1, com os principais marketplaces do país (Amazon, B2W, Mercado Livre e Cnova).

“O que queremos é ter 100% do catálogo ativo das editoras que são nossas parceiras”, disse ao PublishNews Gustavo Barbosa, diretor comercial da Luft Solutions, área da empresa onde está inserida a operação de livros. Ele explicou que o propósito da Agrega é fazer uma ponte direta entre o estoque da editora (armazenado no CD de Cajamar) e o consumidor final, eliminando etapas desse caminho.

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Minibibliotecas em pontos de ônibus estimulam leitura em Piracaia (SP)

Ministério da Cultura - 18/04/2018 |

Na data em que se comemora o Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, destaca-se um projeto de estímulo à leitura de Piracaia (SP), que esteve entre os quatro projetos brasileiros vencedores do 5º Concurso de Ajudas do Programa Ibero-Americano de Bibliotecas Públicas (Iberbibliotecas), em 2017, que tem apoio do Ministério da Cultura (MinC).

O "Piracaia na Leitura" qualificou como agentes culturais 30 jovens do município, com idades entre 16 e 26 anos. Com o curso, de outubro de 2017 a janeiro de 2018, eles desenvolveram diversas atividades com crianças e jovens: leituras, contação de estórias, troca de livros e saraus em parques e praças. Para tanto, foram apoiados com US$ 13.935,00, equivalentes, à época, a R$ 45.985,50.

Tudo começou em 2014, quando um grupo da comunidade iniciou um trabalho de incentivo à leitura com acesso livre, gratuito e sem burocracia, ao instalar oito minibibliotecas nos pontos de ônibus. Foi criada também, no mesmo ano, uma sala de leitura no Terminal Rodoviário Batatuba, para realização de rodas de leitura. Assim surgiu o "Piracaia na leitura". A cidade de Piracicaia fica a menos de 100 km da capital paulista e tem 25 mil habitantes.

Segundo a idealizadora do projeto, a professora, pós–doutora em ciência da informação Amanda Leal, há uma demanda grande da população por ações culturais, já que a cidade não tem cinema, nem teatro. "Pra gente, foi maravilhoso conquistar o prêmio. Com ele, conseguimos envolver os adolescentes, numa ação para formação e aumento de repertório de leitura", descreve.

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Adriano Espínola encerra na ABL o ciclo ‘A cidade dos poetas’, sob coordenação do Acadêmico Antonio Carlos Secchin

Academia Brasileira de Letras |

O poeta e professor Adriano Espínola encerra, na Academia Brasileira de Letras o ciclo de conferências do mês de abril de 2018, intitulado A cidade dos poetas. O tema escolhido foi Ferreira Gullar: São Luís e o Rio de Janeiro. O evento está programado para terça-feira, dia 24 de abril, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL, é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.

Adriano Espínola pretende abordar a representação das cidades de São Luís do Maranhão e do Rio de Janeiro, na poesia de Ferreira Gullar (1930-2016), inserindo-a inicialmente na já longa tradição, desde a antiguidade greco-latina aos nossos dias, que une o poeta à cidade, como espaço privilegiado de expressão afetiva, de reflexão crítica e/ou de memória individual e coletiva.

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