Scortecci renova seu portal

Publish - 13/10/2017 |

Não deve ser fácil administrar a realização de sonhos de centenas de pessoas todos os anos. E mais difícil ainda é fazer isso oferecendo várias opções e ferramentas para que escritores, esses nobres sonhadores, mesmo que sem conhecimento técnico algum das complexidades de se publicar um livro, possam fazer isso de uma forma simples, assistida e segura. Da análise da proposta literária em si, até sua venda e distribuição, passando por todas as etapas de editoração, revisão, registro nos órgão competentes, lançamento e divulgação, é a isso que se propõe o Grupo Scortecci; que o autor se concentre em criar o melhor conteúdo.  Todo o resto o Grupo Scortecci resolve.

E parece que foi pensando nessa máxima de simplificação que João Scortecci, o poeta-empresário mais bem sucedido do país, investiu na construção de um novo portal para sua empresa, centralizando as 50 formas de se acessar seus onze canais de apoio ao autor num só portal responsivo, integrado e completo. É um desafio gigantesco, levando-se em consideração que todos esses serviços foram sendo construidos ao longo dos últimos 35 anos. Selos literários, plataformas de serviços, canais de conteúdo exclusivo, mídias complementares como a TV Livro e todos os outros recursos desenvolvidos especificamente para que o autor iniciante, ou mesmo o consagrado, possa ter sua obra publicada nos mais altos padrões editoriais e melhores práticas, foram concentrados num só lugar.

Trata-se, como o próprio João enfatiza, de um trabalho contínuo. A coisa não vai parar por aí.  Novos avanços e recursos serão implementados brevemente, mantendo o Portal sempre atualizado e de navegação simplificada e intuitiva. Nesse aspecto, destaca-se a integração do novo Portal com as mídias sociais, onde a Scortecci está presente no Facebook, Twitter, Instagram, Flikr,Youtube e Whatsapp. Completando esses recursos, também está disponível um app para plataformas Android.

Os vários sites reunidos no Portal são: Amigos do Livro, Blog Portal do Escritor, Escola do Escritor, Fábrica de Livros, Livraria Asabeça, Pingo de Letra, Portal do Escritor, Print on Demand e Publique seu Livro. Além desses sites, vários serviços complementares estão podem ser acessados atraves do novo Portal: Espaço Scortecci, Projeto Academicus, Gráfica Scortecci, TV Livro, entre outros.

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Feira do Livro de Frankfurt debate os grandes temas e se abre para o público

Istoé - 16/10/2017 |

Com forte foco profissional – são cerca de 278 visitantes do mercado editorial -, a Feira do Livro de Frankfurt começou este ano a olhar mais para o público geral. Aberta a todos no fim de semana, ela levou para o evento nomes como Dan Brown, Nicholas Sparks, Paula Hawkins e Cassandra Clare.

A outra marca foi sua politização. Foram muitos os debates sobre liberdade de expressão num mundo cada vez mais polarizado e surdo. Da abertura, com Juergen Boos, presidente da feira, Angela Merkel, chanceler alemã, e Emmanuel Macron, presidente francês, à entrega do Prêmio da Paz concedido pela Associação dos Livreiros Alemães para a escritora canadense Margaret Atwood, autora do distópico, e premonitório, O Conto da Aia.

E o discurso foi colocado em prática. Boos disse que nenhuma editora que quisesse participar ficaria de fora – independentemente de sua ideologia – porque isso seria censura e daria mais visibilidade aos expositores não comprometidos com a democracia. Foi assim. E deu confusão.

Dirigente regional de um partido de ultradireita, Björn Hocke foi ao lançamento de Viver com a Esquerda. De um lado, manifestantes gritavam “Fora, nazistas”. De outro, “Todos odeiam os antifascistas”. A polícia interveio.

Mas foi, sobretudo, uma feira de negócios e o momento em que a indústria do livro discutiu seu presente e futuro. E o futuro, eles acreditam agora, terá um novo protagonista: o audiolivro. Um detalhe interessante: pelas pesquisas apresentadas, quem compra um audiolivro hoje não tem o mesmo perfil de quem compra um livro ou e-book. Um novo público interessado em história começa a surgir.

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O contemporâneo na literatura infantil

Estadão - Bia Reis e Cristiane Rogerio - 15/10/2017 |

Guerras, refugiados, tragédias ambientais, trabalho infantil, preconceito, novos formatos de famílias. Para a sorte de crianças e jovens, muitos autores e editoras com foco nessa faixa etária têm olhado para esses temas. Contrapondo uma onda de superproteção, fazem questão de usar caminhos poéticos por meio das narrativas ficcionais para tocar em assuntos considerados difíceis, sem deixar que pareça um discurso didático ou moralizante.

“Entendo que literatura não é para ensinar a ser assim, a pensar assim, a fazer assim. O texto literário não pode estar associado ao propósito do didatismo. Querer ‘ensinar’ pela literatura é dar a ela uma atribuição que não lhe compete e que a reduz”, diz Márcia Leite, escritora, educadora e diretora da editora Pulo do Gato, que há seis anos pauta-se em publicar também livros com temáticas sociais, como a questão dos refugiados ou a tragédia causada pelo rompimento da barragem em Mariana (MG).

Por mais que hoje encontremos dezenas e dezenas de livros, nacionais e estrangeiros, que toquem em questões, digamos, mais contemporâneas de nossa sociedade, não é de agora que a prática faz parte da literatura para a infância. Monteiro Lobato, o precursor no Brasil de um tipo de literatura infantil mais questionadora, levava às narrativas do Sítio do Picapau Amarelo reflexões que, na maioria das vezes, não faziam parte das conversas com as crianças. Como em A Chave do Tamanho, de 1942, em que o menino Pedrinho começa a ler o jornal para a avó Dona Benta com notícias de novos bombardeiros em Londres: “Centenas de aviões voaram sobre a cidade. Um colosso de bombas. Quarteirões inteiros destruídos. Inúmeros incêndios. Mortos à beça”.

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Semana de Letras da Uniso começa nesta 2ª, com entrada gratuita

Jornal Cruzeiro do Sul - 15/10/2017 |

Uma palestra e um sarau literomusical abrem nesta segunda-feira (16) a 31ª Semana de Letras da Universidade de Sorocaba (Uniso), que segue até o dia 20 de outubro no campus Trujillo (avenida General Osório, 215). A palestra, que começa às 19h15, será ministrada pela professora doutora Luciana Coutinho, docente e vice-coordenadora do mestrado em Comunicação e Cultura. O tema é A mulher no mito -- Medeia, numa abordagem semiótica. Às 21h, será realizado o sarau, com participação dos alunos do curso de Letras.

Ao longo da semana, o público poderá conferir diversas apresentações e palestras, além do resultado do concurso literário da faculdade.

De acordo com Denise Gomes, coordenadora do curso de Letras, o objetivo do evento é desenvolver atividades extra-curriculares e complementação do currículo voltado aos conteúdos do curso. "A organização também fica a cargo dos alunos, é uma forma de incentivar o protagonismo e as lideranças que emergem. As tarefas são divididas entre todos", diz. Um colegiado formado pelos estudantes e também professores, entre eles o professor doutor Marcelo de Barros Ramalho, é que cuidou da organização do evento.

Denise destaca que durante todo o evento o público poderá conferir a exposição fotográfica Memória da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Sorocaba, resultado de parceria dos cursos de Letras e História. "É um resgate desse passado até a faculdade se tornar a Uniso", diz Denise. A mostra seguirá até o dia 27 de outubro, no jardim interno da Uniso Trujillo.

A Semana de Letras ainda contará com as intervenções literárias Desdobrando Poesias, feitas por bolsistas do Programa Institucional de Iniciação à Docência do curso de Letras. "Já no último dia teremos a premiação do concurso literário", ressalta, acrescentando que neste ano foram 250 obras inscritas. "Contamos com uma abrangência grande e participação de autores de outros países. Ao todo serão premiados cinco escritores", disse. Os 15 contos melhor classificados vão integrar um e-book, que será lançado pela editora Jogo de Palavras.

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Biblioteca itinerante incentiva o hábito da leitura para crianças em área ribeirinha

G1 - Jéssica Alves - 12/10/2017 |

Além do Dia das Crianças, o 12 de outubro também é data para celebrar o Dia Nacional da Leitura. Para comemorar, a biblioteca itinerante infantil "Barca das Letras" promoveu nesta quinta-feira um dia de diversão e incentivo ao hábito de ler para crianças da comunidade ribeirinha Igarapé das Mulheres, no bairro Perpétuo Socorro, Zona Leste de Macapá.

Em um cenário colorido, com direito a panos no chão e rodeado por livros e gibis, as crianças puderam ouvir histórias, poesias, assistir apresentações musicais, pintura artística no rosto e peças teatrais baseadas em livros, incentivando elas a produzirem novas histórias.

Segundo um dos idealizadores do projeto, Jonas Banho, o evento nos Dia das Crianças marca a entrega de livros que foram arrecadados durante uma campanha realizada em setembro, e que serão distribuídos para aproximadamente 150 crianças na comunidade.

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Crianças recebem estímulos para tarefas cotidianas através de livros com feltro no Piauí

G1 - Gilcilene Araújo - 12/10/2017 |

Convidar a criança a uma brincadeira sensorial, explorando texturas, cores, camadas e formas de uma maneira muito lúdica. Esse é o objetivo do livro sensorial elaborado irmãs artesãs Lya e Lyanna Borges, em parceria com a especialista em psicopedagogia, Maria Elizeth da Silva. O material foi confeccionado usando como base o feltro, agregando texturas como cadarços, botões, zíperes, velcro, metais, madeira.

Lya explica que o primeiro livro foi montado com atividades que estimulam raciocínio lógico, memória, atenção, concentração e conscientização sobre assuntos importantes, adequando-se ao dia a dia da criança.

“A ideia surgiu com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais das crianças, por meio de atividades lúdicas. Após a confecção do livro, percebemos então que este seria uma ferramenta que poderia contribuir de forma muito significativa com o desenvolvimento de crianças autistas”, comentou artesã.

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Amor pelos livros e por tecnologia faz crianças lançarem obras e criarem aplicativos

G1 - 12/10/2017 |

Brincalhões, divertidos, apaixonados por livros e feras na tecnologia. No Dia das Crianças, o G1 conta a história de três meninos que fazem a diferença. Além de aproveitar a infância como qualquer criança, desenvolvem atividades raras para a idade deles: lançam livros e até aplicativos para celulares.

O escritor mirim

Um deles é o Saulo Bueno, de 6 anos, que está escrevendo o segundo livro. O primeiro foi lançado por uma editora no ano passado, em Palmas. "Fizemos dia de autógrafo e foram vendidos 65 livros no dia de lançamento", conta orgulhosa a avó Maria Luíza.

Saulo decidiu lançar o primeiro livro para arrecadar dinheiro e consertar o tablet que ele mesmo quebrou. Os pais se recusaram a custear e fizeram a proposta.

"Eu falei para ele que o conserto é muito caro, que as economias dele não seriam suficientes e que ele teria que arrumar um jeito de ganhar dinheiro. Como ele estava aprendendo a ler e a escrever na escola, eu sugeri que ele escrevesse um livro e eu iria tirar cópia e vender no trabalho", contou a mãe Ana Paula Soares.

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1ª Edição do Ciclo de Literaturas Contemporâneas

Comunidade Cultura e Arte - 12/10/2017 |

A 1ª edição do Ciclo de Literaturas Contemporâneas é uma das novidades da EC.ON Escola de Escritas para a rentrée literária. Para a primeira série de palestras deste ciclo, a ter lugar entre 14 de Outubro e 4 de Novembro, os nossos convidados são Gonçalo M. Tavares, Paulo José Miranda e Valério Romão. O que aproxima estes autores? Em primeiro lugar, fazem parte de uma mesma geração literária — que, sublinhe-se, tem tido um impacto não negligenciável na nossa literatura. Em segundo lugar, o corpus literário da obra de cada um deles é marcado por trabalhos múltiplos e compósitos. E é esse, justamente, o fio condutor para o tríptico de palestras desta iniciativa. Gonçalo M. Tavares é conhecido pelas suas séries. A tetralogia O Reino, a série O Bairro e a sua enciclopédia de Breves Notas são algumas das suas realizações mais celebradas. O seu último livro, A Mulher-Sem-Cabeça e o Homem-do-Mau-Olhado, inaugura uma nova rota na sua obra, a que o autor tem chamado Mitologias. Paulo José Miranda publicou entre 1998 e 2001, uma trilogia de romances sobre autores portugueses do século XIX: Um Prego no Coração (1998), Natureza Morta (1999) e Vício (2001). Vinte anos volvidos, prepara-se para dar à estampa uma hexalogia intitulada Os Responsáveis. Valério Romão editará em breve o tomo final da sua trilogia Paternidades Falhadas, iniciada com os romances Autismo (2012) e O da Joana (2013). Este é, por conseguinte, um tríptico de palestras que reúne um trio dos mais estimulantes autores das nossas letras!

Desde 2014, a EC.ON Escola de Escritas tem organizado sessões literárias com alguns dos mais respeitados escritores em Portugal, as Sessões Ícone. Nos seus 3 anos de actividade, houve lugar a 9 edições, materializadas em 75 sessões com a presença de 67 autores de referência e centenas de participantes. Nestas sessões, cada autor conversa sobre os seus processos criativos e as suas metodologias de criação literária. É, ainda, convidado a explicitar o seu universo de referências literárias. Ao longo do tempo, estas sessões contaram com alguns dos nomes maiores da literatura em língua portuguesa: Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Mário Cláudio, Nuno Júdice, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto, João Tordo, Pedro Mexia, António Mega Ferreira, Afonso Cruz, Nuno Camarneiro, Bruno Vieira Amaral, Dulce Maria Cardoso, Hélia Correia, Frederico Lourenço, Richard Zimler, Teolinda Gersão, Patrícia Reis, Rui Cardoso Martins, entre muitos outros. Com o Ciclo de Literaturas Contemporâneas a EC.ON Escola de Escritas inaugura um novo caminho, onde se procura explorar novos trilhos para a literatura contemporânea em Português.

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Sesc realiza Festa Literária em comemoração aos 40 anos de MS

Capital News - Fernanda Freitas - 12/10/2017 |

As comemorações dos 40 anos de Mato Grosso do Sul no Sesc Corumbá vão contemplar exposições, apresentações teatrais, musicais, literárias e muito mais durante a I Festa Literária do Sesc Corumbá, a FliSesc. A programação começa no dia 25 de outubro, quarta-feira e segue até sábado, 28, das 13h às 22 horas.

Durante os quatro dias de evento, marcantes participações de personagens da poesia, das artes plásticas, da contação de histórias e de outras frentes. Além da criação do estado, será momento de lembrar os 70 anos de morte do poeta Lobivar Matos.

Na noite do dia 25, 19h30 acontecerá a vernissage da exposição Graphic Novel do ilustrador campo-grandense Alexandre Leoni que recentemente lançou "A vida secreta de Fernando Pessoa", uma criação luso-brasileira.

Já no dia 26, às 17h30min, apresentação do ator e estudioso da obra de Lobivar, Salim Haqzam com a intervenção Cronos - surto poético. E na sequência, às 18h ainda a participação da Prof. Dra. Suzylene Araújo, cujo trabalho de pesquisa na obra lobivariana reascendeu na classe acadêmica necessidade da pesquisa sobre este poeta, influenciador da escrita de Manoel de Barros. Com ela Manto Costa e sua literatura afro-brasileira estará conosco debatendo a questão do negro na literatura e no processo histórico do Brasil.

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Hábito de leitura leva catador de lixo para universidade federal

Veja - Paula Sperb - 10/10/2017 |

Criado pela avó e pela mãe, Carlos César Alves Correa passou a infância recolhendo lixo das ruas de Porto Alegre. De manhã, coletava papel e latas com outras sete crianças da família. De tarde, frequentava a escola. De noite, ficava na pequena casa de chão batido e paredes de madeira velha. “Quando batia vento forte, o telhado voava”, relembra Correa sobre a moradia da infância. O pátio da casa abrigava ainda a égua da família, animal usado para puxar a carroça com o material recolhido nas ruas.

“As pessoas se sensibilizavam em ver as crianças catando o lixo e doavam comida. Eu tinha vontade de estudar, mas não tinha influência da minha família porque ninguém sequer tinha o ensino fundamental completo. Não culpo eles, nenhum deles recebeu o exemplo antes”, conta o rapaz de 24 anos.

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